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sábado, 31 de outubro de 2009

Abaixo-Assinado

Um convite à busca de Regeneração de nós mesmos no Evangelho.
Movimento pela Regeneração da Igreja na história.

Nos dias da Reforma Protestante, 95 foram as teses.
Hoje a tese é uma só: Se tudo é Graça de Deus, então, não há barganhas a serem nem propostas e nem aceitas, jamais!

Leia e assine AQUI.

Eu já assinei.

sábado, 17 de outubro de 2009

O JESUS QUE EU QUERO

Esse vídeo é fruto do meu desejo por um Jesus que não se encontra mais nos templos das igrejas institucionalizadas, mas que é procurado por suas crianças em todos os tempos.

Um Jesus simples, mas poderoso e intenso em suas obras e palavras, um Jesus humano, mas com o coração divino, capaz de amar e perdoar o mais desprezível dos homens: EU.

Baseado nas fotografias de Michael Belk, com uma linda trilha de Hanz Zimmer, e com a fome e sede da minha alma pelo Deus-vivo: O Jesus que eu quero.

Deus abençoe.
David Santos


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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

NÃO DESPERDICE SEU PULPITO


John Piper

O melhor jeito de desperdiçar o seu púlpito é pregar os seus próprios pensamentos ao invés de pregar os pensamentos de Deus.

Muitos pastores são fascinados por treinamentos, fascinados pelo que falam os sociólogos e psicólogos atuais, pelas novas descobertas tecnológicas, e empreitadas de publicidade. E pensam: Isso é bacana! Isso é muito bacana!

Isso é bacana, mas é o que as pessoas podem encontrar em qualquer esquina. O que as pessoas não vão achar em nenhum outro lugar, exceto no púlpito é: O que Deus tem a nos dizer - expor o que Deus e a sua palavra tem a dizer sobre qualquer questão que a mídia ou os sociólogos e psicólogos possam discorrer.

Ser impregnado da Bíblia radicalmente, não apenas baseado na Bíblia. Não falar um pouco da Bíblia entre outros assuntos, mas ser impregnado com a Bíblia, ensinar a Bíblia.

Na verdade a Bíblia não é apenas magnífica intrinsecamente, ela é atraente, ela é intensamente atraente, ela inquieta a sua cabeça. Se você levar cada frase a sério e se aprofundar na Bíblia, você encontrará coisas que simplesmente vão deixar a sua cabeça perplexa, cativar o seu espírito, mudar a sua vida, destruir seus sofismas. É incrível o que a Bíblia é.

Eu não entendo porque alguns pastores parecem achar a Bíblia enfadonha ou sem utilidade, ou então, eles querem ir um pouco mais além e falar sobre outras coisas, para atrair o interesse das pessoas. Mas por que fazer isso? A vista de que a Bíblia é a palavra de Deus, e quando Deus fala as galáxias vem a existência, ela é a palavra de Deus.

O apostolo Paulo disse: “Tenho tudo para mim como fútil por causa do excelente valor de conhecer Cristo Jesus, meu Senhor.” Conhecer Jesus vale mais do que qualquer outra coisa.

Então como um pastor pode ler a Bíblia e não querer dar interpretação e fundamento ao povo? Como ele faz isso?

Ele deve auxiliar o povo a passar pela mesma experiência paulina de dizer: Cristo vale mais do que qualquer coisa! É o que a Bíblia diz, e a Bíblia é a verdade que Paulo experimentou.

Então, vamos dar algumas alternativas, vamos distraí-los com algumas histórias, ou proporcioná-los alguns tipos de descobertas sociais, enquanto a Bíblia é poder e verdade.

Então não desperdiçar o seu púlpito significa permanecer na Bíblia, meditar na Bíblia, aprofundar-se na Bíblia, penetrar através da Bíblia até o Cristo Vivo, para o Deus-Vivo e fazer isso de uma maneira que o povo fique unido com a verdade da Bíblia.

Fé, que é o que salva, vem por ouvir, e ouvir a palavra de Cristo, eu não iria querer fazer nada além de falar da palavra de Deus.

Talvez a razão dos pastores não fazerem isso é que eles mesmos não vivem pela Bíblia, dia após dia.

Transcrição da mensagem: Não desperdice seu pulpito.
Fonte: You Tube.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

CONTRACULTURA

Nos dias de hoje vivemos a crise de escolha entre duas vertentes cristãs. Sabe-se que há um abismo incalculável entre as duas. A cultura gospel, e a contra-cultura da mesma. Digo isso porque nunca se considerou tão na moda seguir qualquer uma delas.
Seguir a cultura gospel é agradável, quando em nome de uma paixão por Jesus, nos alienamos de tudo que é relevante no nosso meio, e de todos que não estão nele. Aliena-se das questões políticas, sociais e culturais em nome da fé. Ouse de forma sutil, investigar e coletar opiniões sobre algum tema teológico mal resolvido. As respostas vem como quem acha normal rasgar a bíblia, e ficar com a cultura. Vamos para o lado prático. Desde assuntos simples como vestimenta, aparência, opção musical, até questões mais complexas como hierarquia eclesiológica, opção política, costumes “espirituais”, respeito à “santa” casa de Deus, ignoram completamente o ponto de vista bíblico, e escolhem como referencia a cultura que é passada de pais para filhos dentro da igreja de hoje, com tanto zelo. Deus tenha misericórdia.

Já a contra-cultura se torna agradável, não pelo conforto que proporciona (até porque não é nenhum pouco confortável), mas pela adrenalina de sonhar um dia, talvez, salvar o mundo. Ir contra tudo que parece normal, agoniar-se com o que traz estagnação, rebelar-se contra o que foge do conceito de evangelho da graça, são algumas da posturas do adepto da contra-cultura. Eu, particularmente, os chamaria de neo-reformistas.

Mesmo sem querer rotular, acabamos por fazê-lo ao descrever quais grupos são predominantes no movimento contra-cultura. São eles os headbangers, punks, hippies, rastas, e todos aqueles gêneros do underground, que por sua vez não tem como ser desvinculado da contra-cultura nem do ativismo.

Bandas de Hardcore, Death Metal, Screamo, Ska, Punk Rock, Reggae e outros estilos alternativos tem feito parte do circuito underground, levando a mensagem da cruz de forma diferente, e muitas vezes não aceita pelo Gospel, afinal sería difícil obter-se lucro de tais vertentes. Damos graças a Deus por não ser nosso, o público gospel.

Mas como enxergar sem medo, e sem preconceitos, um louco, tatuado, enfeitado por piercings, gritando palavras de sabedoria e amor? A triste realidade é que o preconceito vem de quem não está fazendo o mesmo. As palavras de julgamento tem vindo daqueles que não saem da zona de conforto. Deixando de lado a hipocrisia, o adepto das missões underground, resolveu pagar o preço de deixar a pobre cultura de lado, e agarrar-se na certeza bíblica de que Cristo veio para todos, e seu amor e misericórdia são gratuitos. A graça de Jesus não depende de nossos atos culturais, não depende de nossos esforços. Pelo contrário, se dependesse estaríamos litelmente fritos.

Até quando o evangelho do medo vai ser recitado nos palanques gospel? Até quando a igreja vai insistir em questões irrelevantes para a sociedade de hoje? E quando vamos entender que julgar o próximo não vai resolver o problema dele? Quando vai cair a ficha de que ter razão sobre o certo e o errado, não vai resolver a fome de quem não tem o que comer, nem o frio do mendigo sem coberta, nem a falta de escola para a criança do morro, nem a carência do homossexual, muito menos os distúrbios do viciado.

Com essas indagações é possível entender o porque de um movimento como o contra-cultural estar crescendo tanto. Não creio que seja porque está se tornando modismo, mas sim porque não está na moda pensar no próximo, e os componentes desse movimento tem se rebelado contra tal absurdo.

Chega de cultura presa à shows e marchas para um jesus que não se assentaria na mesa com cobradores de impostos, nem conversaria com prostitutas e leprosos. Um jesus de terno e gravata, que se corrompe com qualquer quantia em dollar. Um jesus de igrejas laranjas, que carrega consigo notas fiscais frias, e escrituras de haras e mansões no exterior.

Nossa oração é que um dia nosso grito de revolta ecoe no meio da multidão surda, cega e muda. A multidão que se faz aleijada na obra do Senhor, há de um dia se tornar a minoria. E cantaremos juntos por um Jesus verdadeiro, que ama a todos independente de qualquer circunstância.

Filipe Fernandes
No blog: http://solomon1.com/a

domingo, 4 de outubro de 2009

PRINCIPIO DA SUBSTITUIÇÃO







Vemos durante toda a Bíblia, o que vou chamar de principio de substituição, ele é uma forma de Deus manifestar o seu amor pelo povo que criou, demonstra que Deus não desiste do homem e que cogita meios para salvar o seus.

A imagem que fizeram da relação PECADO - HOMEM - DEUS é assustadora, colocando Deus como um carrasco pronto a destruir aqueles que o desobedecem, mas não é isso que vejo nas páginas sagradas. Vejo sim, um Deus misericordioso, encontrando meios para desfazer a bagunça feita por seus filhos, assim como os pais, arrumam a bagunça dos seus filhos, após permitirem que eles sejam apenas crianças.

Vejo em Gênesis, quando na viração do dia, Deus vai ao Éden visitar a Adão e Eva como sempre fazia, e Deus, não encontrando o casal, chama por eles, como na brincadeira de esconde-esconde: Onde estão vocês? Podem sair, vocês venceram. Apesar de já saber o que tinha acontecido, Deus em nenhum momento demonstra raiva ou ira contra o homem, não libera raios e trovões, não brada com voz de trombetas, para demonstrar que é que manda.

A atitude de Adão e Eva de esconderem-se também é típica de uma criança que sabe que fez algo de errado.

E onde está a morte, conseqüência da desobediência?
Adão e Eva deveriam ter morrido logo depois de engolir o “fruto” assim como um veneno instantâneo, mas não é o que acontece.

Deus tem uma longa conversa com eles, os dá uma punição, não a que lhes era devida, como um pai que quer bem ao filho mesmo sabendo que errou e precisa de correção. Deus então utiliza o principio da substituição: mata um animal, derrama sangue inocente, e com a pele deste, cobre seus filhos, e assim, pode continuar o seu relacionamento de amor com eles.

Vejo claramente a imagem de um pai que após corrigir seu filho e deixá-lo por um instante pensando, volta ao quarto abraça e beija esse filho, e diz: Nada do que você faça, vai me fazer deixar de amá-lo.

E isso acontece durante toda a escritura: No retorno de Moisés ao Egito, quando o vingador o encontra para cobrar o sangue do egípcio assassinado, o sangue substituto, foi o do filho de Moisés, circuncidado pela esposa; Na preparação do Êxodo, quando anjo da morte passaria pelo Egito, um cordeiro foi morto em substituição dos primogênitos de Israel; Nos sacrifícios oferecidos pelos pecados do povo, após a instituição do sacerdócio.

Deus sempre encontrou meios de cobrir o pecado do seu povo, buscando aperfeiçoar-nos em nosso relacionamento com ele, mostrando-nos o quanto somos amados, até que na plenitude dos tempos, nos enviou o substituto mor, aquele que seria o redentor, nosso Goel (parente remidor) e que oferecendo se a si mesmo, uma única vez, não somente cobriria nossos pecados, como também pagaria o castigo imposto por ele e nos justificaria, declarando ao céu e ao inferno que nós NUNCA COMETEMOS PECADO ALGUM, mantendo assim nosso relacionamento com Deus intacto.

Isso é o que as escrituras chamam de: propiciação, expiação, justificação e reconciliação, o processo de salvação do homem por meio da substituição.

As escrituras dizem que Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e que foi morto antes da fundação do mundo.

Deus reserva a sua ira, para seus adversários, mas para seus filhos, sempre provê um escape, um substituto, porque não quer perdê-los jamais.

Vejo o grande amor de Deus em tudo isso, que mesmo tendo a presciência de que toda essa bagunça aconteceria, permitiu, para manifestar-nos o seu amor, dizendo: EU JÁ HAVIA PROVIDO O SUBSTITUTO, UMA SOLUÇÃO, CONFIE EM MIM.

Pense nisso e Deus abençoe.
David Santos

Veja o video e entenda melhor o Principio de Substituição


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