“O vento sopra onde quer. Ouves a sua voz, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim é todo aquele que é nascido do Espírito” - João 3:8
Quando somos crianças, fazemos planos e os colocamos num balão de ar. Enchemos esse balão com todos os sonhos de conquistas, realizações, saúde, felicidade, etc.; e o fazemos voar.
O que a criança não sabe é que o balão só permanece no ar se continuar aquecido. Não basta estar cheio, a chama dos sonhos precisa continuar queimando, senão o ar esfria, o balão esvazia e todo o esforço é esparramado no chão.
A criança também não sabe, é que enquanto está no ar, o balão sujeita seu caminho à rota dos ventos, e precisará adaptar-se a estas novas rotas.
Os ventos poderão mudar a direção dos seus sonhos por algum tempo, fazendo-a tomar novos caminhos ou atalhos, ou mesmo mudar tudo o que havia planejado. Alguns sonhos serão substituídos por outros, e outros serão esquecidos. Ter isso em mente, de maneira muito clara, reduz o sentimento de decepção que muitas vezes nos assola.
Quem faz uma rota de viagem ou planos, disponibilizando tempo e recursos, sabendo que a qualquer momento tudo pode mudar, sabendo que a qualquer momento o sonho pode tornar-se um pesadelo ou simplesmente acontecer o despertar?
Enquanto crianças, acreditamos que, como nos contos de fadas, essa viagem pode não ser fácil, mas teremos um final feliz e tudo o que planejamos acontecerá.
Quando chegamos à fase adulta e percebemos tudo isso, temos duas opções: lamentar o fato de ninguém ter nos dito que as coisas não eram bem como imaginávamos, ou tomar as redias da situação e mesmo “caminhando contra o vento, sem lenço, sem documento...eu vou” continuando a nossa jornada rumo aos nosso sonhos, vencendo os obstáculos.
A maravilha em ser criança está no fato de que, se ela tivesse a consciência de um adulto, e a sabedoria adquirida das experiências desta viagem, não teria graça sonhar.
O Apostolo Paulo, escreveu: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino”.
Ao ler esta referencia isolada, podemos acreditar que ele estava menosprezando uma fase de sua vida, mas não, ele estava apenas reforçando a sua importância, pois sem ela, não chegaria ao pleno conhecimento. Ele reafirma isso escrevendo: “Quando vier o que é perfeito, então o que é em parte, será aniquilado”.
Isso significa que, sem essa inocência da criança, viveríamos todos respondendo apenas as circunstancias da vida, e acredito eu, ainda viveríamos na idade da pedra: “Se não fosse o sonho de voar, não teríamos o avião”.
Ausência de vento. Vento a favor. Vento contrário. Balão no ar.
Mesmo que alguns dos meus sonhos de infância não tenham se realizado e alguns deles tenham sido transformados, o importante é que a maturidade que tenho hoje me permite continuar sonhando e manter o meu balão no ar, essa é a graça da vida.
Quando somos crianças, fazemos planos e os colocamos num balão de ar. Enchemos esse balão com todos os sonhos de conquistas, realizações, saúde, felicidade, etc.; e o fazemos voar.
O que a criança não sabe é que o balão só permanece no ar se continuar aquecido. Não basta estar cheio, a chama dos sonhos precisa continuar queimando, senão o ar esfria, o balão esvazia e todo o esforço é esparramado no chão.
A criança também não sabe, é que enquanto está no ar, o balão sujeita seu caminho à rota dos ventos, e precisará adaptar-se a estas novas rotas.
Os ventos poderão mudar a direção dos seus sonhos por algum tempo, fazendo-a tomar novos caminhos ou atalhos, ou mesmo mudar tudo o que havia planejado. Alguns sonhos serão substituídos por outros, e outros serão esquecidos. Ter isso em mente, de maneira muito clara, reduz o sentimento de decepção que muitas vezes nos assola.
Quem faz uma rota de viagem ou planos, disponibilizando tempo e recursos, sabendo que a qualquer momento tudo pode mudar, sabendo que a qualquer momento o sonho pode tornar-se um pesadelo ou simplesmente acontecer o despertar?
Enquanto crianças, acreditamos que, como nos contos de fadas, essa viagem pode não ser fácil, mas teremos um final feliz e tudo o que planejamos acontecerá.
Quando chegamos à fase adulta e percebemos tudo isso, temos duas opções: lamentar o fato de ninguém ter nos dito que as coisas não eram bem como imaginávamos, ou tomar as redias da situação e mesmo “caminhando contra o vento, sem lenço, sem documento...eu vou” continuando a nossa jornada rumo aos nosso sonhos, vencendo os obstáculos.
A maravilha em ser criança está no fato de que, se ela tivesse a consciência de um adulto, e a sabedoria adquirida das experiências desta viagem, não teria graça sonhar.
O Apostolo Paulo, escreveu: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino”.
Ao ler esta referencia isolada, podemos acreditar que ele estava menosprezando uma fase de sua vida, mas não, ele estava apenas reforçando a sua importância, pois sem ela, não chegaria ao pleno conhecimento. Ele reafirma isso escrevendo: “Quando vier o que é perfeito, então o que é em parte, será aniquilado”.
Isso significa que, sem essa inocência da criança, viveríamos todos respondendo apenas as circunstancias da vida, e acredito eu, ainda viveríamos na idade da pedra: “Se não fosse o sonho de voar, não teríamos o avião”.
Ausência de vento. Vento a favor. Vento contrário. Balão no ar.
Mesmo que alguns dos meus sonhos de infância não tenham se realizado e alguns deles tenham sido transformados, o importante é que a maturidade que tenho hoje me permite continuar sonhando e manter o meu balão no ar, essa é a graça da vida.